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As joias mais caras do mundo: ranking com preços reais

A resposta depende do critério. Pelo maior preço já pago em leilão, a joia mais cara do mundo é o diamante rosa Pink Star, de 59,60 quilates, vendido pela Sotheby’s em Hong Kong, em abril de 2017, por US$ 71,2 milhões. Já entre as peças que nunca foram vendidas, a mais citada é o Diamante Hope, do museu Smithsonian, que segundo a imprensa tem seguro de cerca de US$ 250 milhões.

Abaixo estão o ranking com quilates, ano, casa de leilão e preço, as peças que só têm valor estimado e os recordes de colar e pulseira.

Qual é a joia mais cara do mundo? Depende do critério

Quase todas as listas de “joias mais caras do mundo” misturam dois tipos de número, e é por isso que os rankings da internet não batem entre si:

  • Preço pago em leilão: valor público e verificável, divulgado pela casa de leilão. Por esse critério, o recorde é do Pink Star.
  • Valor estimado: peças de museu, joias da coroa ou criações que nunca foram à venda. O número vem de seguro ou avaliação, e é aqui que aparecem cifras como US$ 200 ou 250 milhões.

O ranking abaixo usa só preços de leilão, com a comissão do comprador incluída e em dólares da época, sem correção pela inflação. As estimativas ficam em uma seção separada.

Diamante Hope, grande diamante azul-escuro cercado por diamantes brancos no colar em que é exposto
O Diamante Hope, de 45,52 quilates, está no Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, em Washington, desde 1958.

As 10 joias mais caras já vendidas em leilão

Todas as dez são diamantes rosas ou azuis. Diamantes com cor natural intensa são muito mais raros do que os incolores, e são eles que disputam os grandes lances.

# Joia Pedra Leilão Preço
1 Pink Star (CTF Pink Star) Diamante rosa, 59,60 ct, oval Sotheby’s, Hong Kong, 2017 US$ 71,2 milhões
2 Williamson Pink Star Diamante rosa, 11,15 ct Sotheby’s, Hong Kong, 2022 US$ 57,7 milhões
3 Oppenheimer Blue Diamante azul, 14,62 ct, retangular Christie’s, Genebra, 2016 US$ 57,5 milhões
4 De Beers Blue Diamante azul, 15,10 ct Sotheby’s, Hong Kong, 2022 US$ 57,5 milhões
5 Pink Legacy (Winston Pink Legacy) Diamante rosa, 18,96 ct, retangular Christie’s, Genebra, 2018 cerca de US$ 50 milhões
6 Blue Moon of Josephine Diamante azul, 12,03 ct, almofada Sotheby’s, Genebra, 2015 US$ 48,4 milhões
7 Graff Pink Diamante rosa, 24,78 ct, lapidação esmeralda Sotheby’s, Genebra, 2010 cerca de US$ 46,2 milhões
8 Bleu Royal Diamante azul, 17,61 ct, gota Christie’s, Genebra, 2023 cerca de US$ 43,8 milhões
9 Apollo Blue (brinco) Diamante azul, 14,54 ct, gota Sotheby’s, Genebra, 2017 US$ 42,1 milhões
10 Princie Diamante rosa, 34,65 ct, almofada Christie’s, Nova York, 2013 US$ 39,3 milhões

1. Pink Star: US$ 71,2 milhões

Lapidado a partir de uma pedra bruta de 132,5 quilates, foi arrematado em 2017 pela joalheria Chow Tai Fook, que o rebatizou de CTF Pink Star. Em 2013 ele já tinha sido “vendido” por US$ 83 milhões, mas o comprador não pagou. A venda de 2017 foi noticiada pela NPR como recorde mundial para qualquer diamante ou joia em leilão, e o recorde segue de pé.

Diamante rosa Pink Star montado em anel
Imagem: Sotheby’s.

2. Williamson Pink Star: US$ 57,7 milhões

Tem só 11,15 quilates, mas foi vendido por HK$ 453,2 milhões, mais que o dobro da estimativa. Segundo a Sotheby’s, a venda bateu o recorde de preço por quilate para qualquer pedra em leilão: cerca de US$ 5,2 milhões por quilate.

3. Oppenheimer Blue: US$ 57,5 milhões

Montado em anel, foi vendido por CHF 56,8 milhões. O nome homenageia Sir Philip Oppenheimer, que comandou por décadas a mineração da De Beers e deu a pedra à esposa.

Diamante Oppenheimer Blue, azul e de lapidação retangular, montado em anel

4. De Beers Blue: US$ 57,5 milhões

Encontrado em 2021 na mina Cullinan, na África do Sul, ficou a cerca de US$ 70 mil de bater o Oppenheimer Blue. Recebeu a classificação “fancy vivid blue”, que, segundo a CNN, não mais que 1% dos diamantes azuis analisados pelo GIA recebem.

5. Pink Legacy: cerca de US$ 50 milhões

Vendido por CHF 50,375 milhões à Harry Winston, que o rebatizou de Winston Pink Legacy. Na época, a Christie’s anunciou recorde de preço por quilate para um diamante rosa.

6. Blue Moon of Josephine: US$ 48,4 milhões

Encontrado na África do Sul em 2014, foi comprado pelo bilionário de Hong Kong Joseph Lau, que lhe deu o nome da filha, Josephine, então com sete anos.

Diamante azul Blue Moon of Josephine montado em anel e segurado entre os dedos
Imagem: Sotheby’s. AP.

7. Graff Pink: cerca de US$ 46,2 milhões

Ao contrário do que muitas listas dizem, o Graff Pink não tem formato de coração: é um diamante rosa de 24,78 quilates com lapidação esmeralda, de formato retangular, classificado pelo GIA como “fancy intense pink”. Vendido pela Harry Winston nos anos 1950 a um colecionador, foi arrematado em 2010 pelo joalheiro Laurence Graff, que lhe deu o próprio nome.

Diamante Graff Pink, rosa e de lapidação esmeralda, montado em anel

8. Bleu Royal: cerca de US$ 43,8 milhões

Montado em anel, ficou décadas em uma coleção particular e foi vendido por CHF 39,5 milhões. Foi anunciado como o maior diamante “fancy vivid blue” já levado a leilão.

9. Apollo Blue: US$ 42,1 milhões

É um brinco, vendido junto com o par, o Artemis Pink (diamante rosa de 16 quilates, US$ 15,3 milhões). O mesmo comprador levou os dois, por US$ 57,4 milhões no total.

10. Princie: US$ 39,3 milhões

Vindo das antigas minas de Golconda, na Índia, pertenceu aos Nizams de Hyderabad e foi comprado pela Van Cleef & Arpels em 1960. Em 2013, virou a joia mais cara já vendida pela Christie’s até então.

Quase entraram na lista

  • Pingente de pérola de Maria Antonieta: US$ 36,2 milhões (Sotheby’s, Genebra, 2018), recorde para uma pérola natural.
  • The Orange: diamante laranja de 14,82 quilates em gota, o maior “fancy vivid orange” já leiloado, vendido em 2013 pela Christie’s de Genebra por CHF 32,6 milhões (cerca de US$ 35,5 milhões).
  • Estrela de Fura: rubi de Moçambique com 55,22 quilates, vendido por US$ 34,8 milhões (Sotheby’s, Nova York, 2023), recorde para um rubi e para qualquer pedra preciosa colorida que não seja diamante.
  • Eternal Pink: diamante rosa-arroxeado de 10,57 quilates, também US$ 34,8 milhões, no mesmo leilão de 2023.
Diamante The Orange, diamante laranja intenso em formato de gota
Imagem: Christie’s.

E as vendas de 2024 a 2026?

Nenhuma chegou perto do top 10. O lote mais caro de 2024 foi o anel Eden Rose (diamante rosa de 10,20 quilates), por US$ 13,3 milhões. Em 2025, o destaque foi o Mellon Blue (9,51 quilates), por cerca de US$ 25,6 milhões, menos do que os US$ 32,6 milhões que alcançou em 2014. Em maio de 2026, o Ocean Dream, diamante azul-esverdeado de 5,5 quilates, saiu por cerca de US$ 17,3 milhões na Christie’s de Genebra.

As joias “mais valiosas”: valores estimados, não vendas

Quem pergunta “qual a joia mais valiosa do mundo” geralmente pensa nestas peças. Nenhuma foi vendida pelo valor citado.

Peça O que é Valor citado Tipo de valor
Diamante Hope Diamante azul de 45,52 ct, Smithsonian US$ 250 milhões Seguro, segundo a imprensa (AFP, 2010)
A Heritage in Bloom Colar de Wallace Chan para a Chow Tai Fook pelo menos US$ 200 milhões Estimativa divulgada no lançamento (2015)
Broche Peacock (Graff) Broche de pavão com 120,81 ct de diamantes US$ 100 milhões Avaliação divulgada em 2013
Colar L’Incomparable (Mouawad) Colar com diamante amarelo de 407,48 ct US$ 55 milhões Valor certificado pelo Guinness (2013)
Diamante Wittelsbach-Graff Diamante azul de 31,06 ct (recortado de 35,56 ct) Pelo menos US$ 80 milhões Revenda noticiada em 2011, nunca confirmada

Diamante Hope

O comerciante francês Jean-Baptiste Tavernier vendeu ao rei Luís XIV, em 1668, um diamante de 112 3/16 quilates. Recortada em 1673, a pedra virou o “Diamante Azul da Coroa” da França e foi roubada em 1792. O diamante atual, de 45,52 quilates, aparece em 1839 no catálogo de Henry Philip Hope, de quem herdou o nome. A Harry Winston o comprou em 1949 e o doou ao Smithsonian em 1958, enviando a pedra pelo correio registrado. A história completa está no site do Smithsonian. Como nunca mais foi vendido, qualquer preço é estimativa.

Wittelsbach-Graff

Esse diamante azul enfeitou a coroa real da Baviera até 1918. Em 2008, Laurence Graff o comprou na Christie’s de Londres por £ 16,4 milhões (cerca de US$ 24 milhões na época) e mandou recortá-lo. A imprensa noticiou em 2011 uma revenda ao ex-emir do Catar por pelo menos US$ 80 milhões, valor nunca confirmado. O preço comprovado é o de 2008.

Broche Peacock, da Graff

Apresentado em 2013 na feira TEFAF, em Maastricht, o broche soma 120,81 quilates de diamantes. No centro há um diamante azul profundo de 20,02 quilates em gota, removível. Os US$ 100 milhões são a avaliação divulgada na apresentação, não um preço de venda.

Broche Peacock da Graff, em forma de pavão, com diamantes coloridos e um diamante azul em gota no centro

Qual é o colar mais caro do mundo?

Pelo valor estimado, o mais citado é o A Heritage in Bloom, lançado em 2015 pela Chow Tai Fook com desenho de Wallace Chan. Tem 24 diamantes de cor D e pureza flawless lapidados da pedra bruta Cullinan Heritage (507,55 quilates), o maior com 104 quilates, além de jadeíta. A estimativa é de pelo menos US$ 200 milhões, e a joalheria disse não ter planos de vendê-lo.

Colar A Heritage in Bloom, de Wallace Chan, exposto em um busto

O colar com recorde oficial é o L’Incomparable, da joalheria Mouawad, que o Guinness certificou em 2013 como o colar mais valioso do mundo, avaliado em US$ 55 milhões. A pedra central tem 407,48 quilates e o GIA a classifica como “fancy deep brownish yellow”, ou seja, amarelo profundo puxado para o marrom (não laranja, como algumas listas dizem). É também o maior diamante “internally flawless” que o GIA já classificou, encontrado por uma menina no Congo, por volta de 1980, em uma pilha de cascalho descartado.

Colar L'Incomparable, da Mouawad, com grande diamante amarelo central pendurado em uma trama de diamantes brancos

Entre os colares vendidos em leilão, o destaque é o colar Hutton-Mdivani, com 27 contas de jadeíta da dinastia Qing e fecho feito pela Cartier em 1933. Ele foi vendido pela Sotheby’s em Hong Kong, em 2014, por US$ 27,44 milhões, recorde do Guinness para uma joia de jade em leilão.

Qual é a pulseira mais cara do mundo?

Não há ranking oficial de pulseiras, mas dois leilões costumam ser citados. Em 2010, a pulseira de pantera da Cartier da Duquesa de Windsor, feita em 1952 com diamantes e ônix sobre platina, foi vendida pela Sotheby’s por £ 4,5 milhões e chamada pela imprensa de pulseira mais cara já leiloada. Em 2021, um par de pulseiras com 112 diamantes que pertenceu a Maria Antonieta foi vendido pela Christie’s por CHF 7,46 milhões, cerca de US$ 8 milhões.

Fora dos leilões, o preço de uma pulseira de ouro segue a lógica das correntes, explicada abaixo. Na Fábrica do Ouro, todas as pulseiras de ouro 18K são feitas em ouro 750, com 75% de ouro puro.

Qual é a corrente de ouro mais cara do mundo?

Não encontramos nenhum recorde confiável de “corrente de ouro mais cara do mundo”: os números que circulam nas redes não têm leilão nem avaliação documentada. As grandes cifras vêm das pedras, e uma corrente sem pedras não chega perto desta lista.

No dia a dia, o que faz uma corrente ou um cordão de ouro custar mais é:

  1. Peso em gramas: é o fator principal. Quanto mais ouro, mais cara a peça, e o preço acompanha a cotação do metal. Entenda melhor em por que o ouro custa caro.
  2. Teor: o ouro 18K tem 75% de ouro puro. Teores menores barateiam a peça porque têm menos ouro.
  3. Maciça ou oca: uma corrente maciça e uma oca podem ter a mesma espessura e pesos bem diferentes. Veja a diferença entre ouro oco e ouro maciço.
  4. Tipo de elo e mão de obra: elos trabalhados e acabamento manual exigem mais horas de ourivesaria.
  5. Comprimento e fecho: um cordão mais longo usa mais metal, e fechos reforçados também pesam.

Se você procura uma peça que valha pelo próprio ouro, as correntes maciças em ouro 18K e os cordões de ouro da Fábrica do Ouro são o caminho mais direto.

Joalherias mais caras e famosas do mundo

Não existe ranking oficial de “joalheria mais cara do mundo”. O que dá para afirmar é quais casas estão por trás das pedras mais caras da história:

  • Graff (Londres): comprou o Graff Pink (2010) e o Wittelsbach (2008), criou o broche Peacock e, em 2017, pagou US$ 53 milhões pelo Lesedi La Rona, diamante bruto de 1.109 quilates encontrado em Botsuana.
  • Harry Winston (Nova York): doou o Diamante Hope ao Smithsonian em 1958 e comprou o Pink Legacy em 2018.
  • Cartier (Paris): criou a pulseira de pantera da Duquesa de Windsor e, em 1933, o fecho do colar de jadeíta Hutton-Mdivani, que foi parar na coleção da própria Cartier depois do leilão de 2014.
  • Van Cleef & Arpels (Paris): comprou o diamante Princie em 1960, e foi Pierre Arpels quem lhe deu esse nome.
  • Tiffany & Co. (Nova York): tem o Tiffany Diamond, amarelo, de 128,54 quilates, comprado em 1878 e usado por Audrey Hepburn nas fotos de divulgação de “Bonequinha de Luxo”.
  • Bulgari (Roma): assina a joia Laguna Blu, com diamante azul de 11,16 quilates, vendida por cerca de US$ 25,2 milhões em 2023.
  • Chow Tai Fook (Hong Kong): comprou o Pink Star em 2017 e é dona do colar A Heritage in Bloom.

Qual é a joia mais cara do Brasil?

Não há ranking nem preço oficial. A peça mais emblemática do país é a Coroa Imperial de D. Pedro II, feita em 1841 no Rio de Janeiro, com estrutura de ouro, 639 diamantes e 77 pérolas. Está exposta no Museu Imperial, em Petrópolis (RJ), e, como patrimônio público, não tem valor de mercado oficial.

Joias raras: o que faz uma joia valer milhões

O que as peças deste ranking têm em comum:

  • Cor natural intensa: diamantes azuis e rosas com as classificações “vivid” ou “intense” são raríssimos. Saiba mais sobre os diamantes rosa.
  • Tamanho: o preço por quilate sobe com o peso, então uma pedra de 15 quilates vale muito mais que três de 5.
  • Pureza: pedras “flawless” ou “internally flawless” (sem inclusões visíveis com lupa de 10x) estão no topo da escala.
  • Origem: procedências históricas como Golconda (Índia), ou rubis da Birmânia e de Moçambique, valorizam a pedra.
  • Proveniência: ter pertencido a Maria Antonieta, a uma família real ou a Elizabeth Taylor pode multiplicar o preço.
  • Assinatura: peças assinadas por Cartier, Van Cleef & Arpels ou Bulgari têm valor de coleção.

Para entender as outras gemas além do diamante, veja nosso guia das principais pedras preciosas.

Do leilão para a sua caixa de joias

O Diamante Hope não está à venda, mas ouro e diamante de verdade estão ao alcance de muito mais gente. A Fábrica do Ouro trabalha desde 1991 exclusivamente com ouro 18K e fabrica praticamente todas as joias que vende. Cada peça acompanha nota fiscal e certificado de autenticidade do ouro 18K, além de garantia vitalícia do teor do ouro. Se a ideia é ter um diamante no dia a dia, comece pelos anéis de ouro com diamante ou pelas alianças com diamante.

Perguntas frequentes

Qual é a joia mais cara do mundo?

Pelo preço de leilão, é o diamante rosa Pink Star, de 59,60 quilates, vendido em 2017 por US$ 71,2 milhões. Nenhuma joia superou esse valor em leilão até outubro de 2026.

Qual a joia mais valiosa do mundo?

Entre as peças nunca vendidas, a mais citada é o Diamante Hope, do Smithsonian. A imprensa relata seguro de cerca de US$ 250 milhões, mas como ele não está à venda, o número é só uma referência.

Qual é a pedra mais cara do mundo?

Em valor total, o diamante rosa Pink Star (US$ 71,2 milhões). Por quilate, o recorde é do Williamson Pink Star, vendido em 2022 por cerca de US$ 5,2 milhões por quilate. Fora os diamantes, a pedra preciosa mais cara já leiloada é o rubi Estrela de Fura, de 55,22 quilates, vendido por US$ 34,8 milhões em 2023.

Qual é o colar mais caro do mundo?

Pelo Guinness, é o L’Incomparable, da Mouawad, avaliado em US$ 55 milhões. O A Heritage in Bloom tem estimativa maior, de pelo menos US$ 200 milhões, mas nunca foi posto à venda.

Qual é a pulseira mais cara do mundo?

Não há ranking oficial. Os leilões mais lembrados são o das pulseiras de diamantes de Maria Antonieta (cerca de US$ 8 milhões, 2021) e o da pulseira de pantera da Cartier da Duquesa de Windsor (£ 4,5 milhões, 2010).

Qual a joalheria mais cara do mundo?

Não existe ranking oficial. As casas mais ligadas a pedras de recorde são Graff, Harry Winston, Cartier, Van Cleef & Arpels, Tiffany & Co., Bulgari e Chow Tai Fook.

Qual é a joia mais cara do Brasil?

Não há registro público de preço. A mais emblemática é a Coroa Imperial de D. Pedro II, de 1841, exposta no Museu Imperial de Petrópolis.

Gostou de conhecer as joias mais caras do mundo? Uma gargantilha de ouro 18K não vai a leilão na Sotheby’s, mas vai com você para todo lado. Veja os modelos e escolha a sua.

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